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Minimercados oferecem comodidade para se comprar mantimentos no conforto de casa

O setor de E-commerce do Brasil, segundo a Ebit, faturou 22,9 bilhões de reais nos primeiros semestres deste ano. A pandemia de coronavírus provocou um crescimento na procura de produtos para o lar, incluindo itens para higienização, trabalho e alimentação. Uma das alternativas que tem se mostrado bastante promissora para evitar aglomerações e garantir a aquisição de mercadorias sem sair de casa são os micromercados ou minimercados.

Micromercados são lojas de conveniências onde o consumidor consegue de forma autônoma comprar os itens que lhe interessam, sem ter contato com terceiros.

“Nós buscamos melhorar a experiência do cliente e temos a missão de inovar o mercado da conveniência, acabando com práticas exploratórias e preços abusivos, oferecendo segurança, tecnologia e qualidade com produtos de primeira necessidade”, explica o economista formado em Yale e CEO da Roda Conveniência, Alessandro Pacanowski.

Os micromercados não possuem custo para o condomínio e estão abertos para o uso 24 horas por dia. Além disso, as máquinas possuem uma tecnologia +18, que não permitem a compra de bebidas alcóolicas para menores de 18 anos (o comprador deve provar por meio de documento digital a sua idade).

Segundo Renato de Matos, síndico de um condomínio em Ipanema , ele sempre visa o conforto dos moradores. “Quando assumimos a administração, buscamos trazer comodidade ao dia a dia do condomínio. Você quer mais praticidade do que ter um mini mercadinho? Nosso prédio é em uma ladeirinha, então você vem com bolsa lá do supermercado e às vezes você nem vai comprar muita coisa. A comodidade de ter um mini mercadinho é muito grande e o pessoal está gostando muito” finaliza.

Outro ponto relevante é que, com o mini mercado, os moradores evitam filas e aglomerações nos grandes estabelecimentos, o que contribui para a prevenção da Covid-19.

Fonte: Condomínios Verdes

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