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Condomínio

Segurança em condomínios: 4 dicas para tornar o ambiente mais seguro

A segurança condominial é composta, basicamente, por três elementos complementares:

 

  • Infraestrutura de segurança,
  • Treinamento de colaboradores, e
  • Conscientização dos moradores.

Para que o condomínio se torne um ambiente seguro, é imprescindível que não haja falhas em nenhuma dessas frentes. Sendo assim, cabe ao administrador tomar as medidas necessárias para garantir que isso não aconteça.

Isso posto, os pontos mais sensíveis da segurança em condomínios são:

 

  1. Acessos de moradores

A colaboração dos moradores é parte essencial da segurança em condomínios e, por isso, é importante lembrá-los do papel de cada um na proteção do empreendimento por meio de atitudes simples no dia a dia. Os alertas podem ser feitos durante as assembleias e/ou por meio de avisos afixados nos murais e elevadores.

Dentre as medidas mais importantes, destacam-se:

 

  • Não deixar a chave do apartamento ou do carro na portaria ou com terceiros. Caso seja necessário, é mais seguro combinar com um vizinho ou familiar;

 

  • Ao entrar e sair do condomínio, a pé ou de carro, checar as imediações e observar possíveis atividades suspeitas – especialmente tarde da noite;

 

  • Evitar acionar os portões de longas distâncias;

 

  • Quando utilizar o acesso de pedestres, não permitir a entrada simultânea de outras pessoas que se aproximem ou tentem aproveitar a abertura do portão.

 

  1. Contratação e treinamento de funcionários

 

Na hora de contratar novos colaboradores ou prestadores de serviços, o síndico deve checar os antecedentes dos candidatos e dar preferência para profissionais que tenham referências.

Nesse sentido, é importante orientar os condôminos a adotar os mesmos critérios na contratação de empregados domésticos e de qualquer tipo de serviços.

É de fundamental importância que os funcionários do condomínio – novos ou antigos – passem por treinamentos constantes que visem a reforçar as principais normas de segurança e relembrar os procedimentos que devem ser seguidos, como:

 

  • Desconfiar de entregadores e encomendas não solicitadas ou que não saibam dizer o nome do morador;

 

  • Desconfiar de pessoas muito bem vestidas que tentam não apresentar identificação;

 

  • Desconfiar de pessoas que se dizem técnicos (telefone, gás, TV etc.) mas não saibam informar o nome do morador ou unidade em que o serviço será realizado;

 

  • Não fornecer informações sobre o condomínio e seus moradores;

 

  • Não permitir a entrada de estranhos sem autorização;

 

  • Não revelar detalhes sobre o sistema de segurança;

 

  • Observar comportamentos estranhos ao redor do condomínio;

 

  • Proibir que pessoas que se aproximam dos moradores tentem entrar juntos no condomínio.

 

  1. Entrada e saída de estranhos

Um dos pontos mais sensíveis em um condomínio é o controle da entrada e da saída de visitantes e prestadores de serviços (empregados domésticos, entregadores, prestadores de serviço etc.) no edifício.

 

Neste ponto, é importante que funcionários e condôminos sejam orientados a seguir os mais básicos procedimentos de segurança, como:

 

  • Durante a realização de eventos no salão de festas, solicitar uma lista com nome completo dos convidados e seus acompanhantes;

 

  • Estabelecer regras para a locação de veraneio por meio de aplicativos;

 

  • Não autorizar o ingresso de pessoas sem autorização dos moradores;

 

  • Não liberar a entrada de entregadores nos blocos; eles devem ser recebidos pelos condôminos;

 

  • Não permitir a entrada de estranhos sem identificação.

 

  1. Tecnologia para segurança em condomínios

 

Hoje, o mercado oferece uma série de soluções para melhorar a segurança em condomínios por meio da tecnologia. Além de circuitos internos de TV, câmeras, alarmes e sensores de presença, outras tecnologias podem ajudar a melhorar a proteção de moradores e funcionários.

É o caso da portaria remota. Com essa solução, todos os acessos ao condomínio são feitos a distância, 24 horas por dia, por meio de uma empresa especializada em segurança.

Condôminos, visitantes e prestadores de serviço que quiserem ingressar no edifício devem se identificar por meio do interfone e, somente após a confirmação da equipe com o morador, o acesso é liberado.

Assim, o controle dos acessos é feito de modo imparcial e rigoroso, eliminando falhas e problemas comuns à profissão de porteiro, como facilitar o acesso de estranhos sem autorização, dormir em serviço e até mesmo o risco de rendição por criminosos.

Por fim, soluções como aplicativo exclusivo para acesso, identificação biométrica e controle anticlonagem são outros exemplos de tecnologias que ajudam a aumentar a segurança em condomínios.

FONTE-KIPER 

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