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Sete dicas para juntar dinheiro e comprar seu imóvel

A casa própria é a grande finalidade de muitos brasileiros. Para torná-la realidade é necessário planejamento e cuidados financeiros.

Mais que um sonho de consumo, um objetivo capital: a conquista da casa própria é um dos principais desejos de muitos brasileiros. Casar, constituir uma família, comprar apartamento e ter o próprio negócio são apenas alguns exemplos que constituem o tão cobiçado panorama da vida perfeita.

No entanto, para realizar esse objetivo, é necessário fazer planejamentos e, sobretudo, aprender a poupar. Antes de executar um financiamento que pode durar anos, comprometendo grande parte de sua renda durante esse período, é necessário estudar alguns setores (imobiliário e financeiro, por exemplo) para delinear o caminho perfeito de acordo com a renda e as necessidades específicas.

Uma série de questões interferem na decisão de comprar um imóvel, partindo desde o endereço e a localização, passando pelas perspectivas profissionais, indo até o tamanho da família e, claro, ter o dinheiro necessário para o investimento. Nesse âmbito não há muito segredo: alcançar o ideal de casa própria exige sacrifícios financeiros.

Por ser um dos mais importantes passos da vida, a atenção ao planejamento é indispensável. Alguns aspectos são imprescindíveis, como avaliar o quanto você pode poupar por mês sem passar apertos (lembre-se: pouco já é algo) e elaborar uma planilha eletrônica que registre todas as receitas e despesas – modelos prontos são facilmente encontrados pela web e em aplicativos.

Faça projeções dos valores para os meses seguintes, estabelecendo seu fluxo de caixa, que indicará o investimento mensal para a compra do imóvel, pensando sempre na opção mais interessante para sua realidade. Se, por mês, conseguir poupar R$ 500,00, faça investimentos nesse valor, incluindo-o sempre no controle financeiro para que fique registrado e não se possa gastar em outras finalidades.

É importante ressaltar a existência das chamadas despesas sazonais, que geralmente passam despercebidas (IPTU, IPVA, presentes, matrículas diversas…) Devemos estar preparados por completo, colocando, assim, a organização e o planejamento em primeiro lugar.

Poupar em torno de 30% dos ganhos é uma boa maneira de se acostumar com as prestações, que não têm um valor muito superior a essa porcentagem. Depois de adaptar o orçamento mensal, procure a forma mais adequada para juntar dinheiro:

Poupança: pouco efetiva por motivos de baixo rendimento; a vantagem está na segurança de ter o dinheiro ali, a qualquer momento;

Investimentos: o ideal é contar com suporte profissional – economistas e investidores – para escolher sem erro,

Consórcio: organiza o pagamento mensal, já tendo as noções de tempo de investimento. Na contratação, todas as variáveis devem ser apresentadas, tais quais a taxa de administração, parcela mensal e prazo total. Sem cobrança de juros, esse modelo não apresenta imprevistos.

Eliminar o cartão de crédito, fazer cortes estratégicos, elaborar um balanço e, se possível, dividir e administrar os gastos com pessoas que também desfrutarão do imóvel são outros meios que podem auxiliar na questão monetária.

Seja à vista ou por financiamento, o atual momento, apesar de ainda demonstrar complicações, apresenta melhoras em relação ao mercado imobiliário nacional. Comparando com o mesmo período do ano passado, um aumento dos lançamentos e das vendas no segundo trimestre de 2019 está sendo relatado, de acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os lançamentos cresceram 11,8%, atingindo 30.607 unidades. As vendas de imóveis também constataram um progresso de 16%, chegando a 32.813 unidades. Com números maiores de vendas do que de lançamentos, o estoque (que considera imóveis na planta, em obras e recém-construídos) retrocedeu 8,7%. Nessa levada, seriam precisos 11,1 meses para escoar esse estoque. Há um ano, seriam necessários 13,1 meses.

José Carlos Martins, presidente da CBIC, avaliou que as regiões Sudeste e Centro-Oeste movimentam, em grande parte, o crescimento do mercado imobiliário brasileiro. Essa melhoria se deve a uma concentração econômica mais potente nas regiões do que em outros estados, especialmente em São Paulo. No Centro-Oeste, o agronegócio é responsável pela impulsão. “O mercado imobiliário continua se recuperando”, afirmou Martins.

Os contextos socioeconômicos se alteram, assim como o aquecimento, ou não, das transações imobiliárias. As previsões de melhora apontam que o momento é propício para poupar e definir metas. Estar plenamente preparado, seguindo os passos apresentados, é condição primordial para alcançar não apenas sonhos, mas, sobretudo, objetivos concretos.

Fonte: Portogente

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